sexta-feira, 28 de outubro de 2011

RESIDÊNCIA NO BUENA VISTA






Código: 371

R$ 650.000,00


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DESCRIÇÃO :

- 4 DORMITÓRIOS SENDO 2 SUÍTES
- 2 LAVABOS
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- COM GRAMADO
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Critérios para compra de imóveis para morar ou investir são diferentes, dizem especialistas


As paredes bem cuidadas, a parte hidráulica e elétrica em ótimo estado de conservação e uma excelente aparência. Estes podem ser considerados alguns critérios básicos para a decisão de compra de um imóvel, certo? Nem sempre.
Isso porque quem adquire um imóvel com objetivo de investimento costuma analisar a compra do bem de forma diferente. “Os critérios de análise mudam quando se quer morar ou investir”, afirma o diretor-presidente da Vitacom Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel. “Para quem compra pensando em morar, o imóvel é uma necessidade, enquanto, para quem quer investir, ele é apenas um ativo financeiro que pode proporcionar rentabilidade”, diz o executivo.
O vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do Livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, afirma que quem compra o imóvel para investir precisa olhar para fatores como o estado de conservação e a possibilidade de vender o bem por um preço melhor do que aquele que foi pago. “Quanto mais benfeitorias você vier a fazer no imóvel (reformas e melhorias), maior o ganho de capital,”, afirma Calado.
Por isso, ele ressalta que quem compra o bem com o intuito de obter rentabilidade deve preferir imóveis em pior estado de conservação, que precisem de reparos e de reformas.
“Entre uma casa linda, muito bem conservada e outra igualzinha, mas em péssimo estado de conservação, precisando de manutenção, aquela que precisa de manutenção vai ter um preço muito mais atraente”, afirma. “Se você está comprando para fazer dinheiro e registrar ganho de capital, esta que é a oportunidade, e não a casa que já está com o valor de mercado praticamente alinhado”, continua o especialista.
Segundo ele, quem compra um imóvel com o objetivo de investir também deve aceitar um pouco mais de risco. Isso quer dizer que o investidor pode adquirir imóveis em regiões mais afastadas, que tenham boas possibilidades de se desenvolverem e se tornarem locais bastante procurados. “A pessoa tem que olhar para onde a cidade está avançando e comprar com base nisso”, afirma Calado.
Já aqueles que compram com objetivo de morar costumam se atentar para outros detalhes. “A compra é muito emocional. Quando você entra em um imóvel mal cuidado, com rachaduras, onde nada funciona, acaba se desanimando e perdendo a vontade de comprar”, diz Calado.
Tamanho e localização
A escolha do tamanho e da localização do imóvel também varia, se o objetivo for investir ou morar. De acordo com Frankel, quem pretende investir deve optar por imóveis menores e próximos a regiões com grande fluxo de pessoas.
“Os ativos preferidos de quem investe são os residenciais compactos. Isto porque, frente ao preço, a renda obtida com o aluguel é mais interessante e esse tipo de imóvel também possui mais liquidez”, afirma.
Segundo ele, esses imóveis estão sendo muito procurados atualmente, por conta da falta de opções na rede hoteleira e também devido a uma mudança cultural dos brasileiros. “Existe o problema de falta de leitos nos hoteis e tem também o fato das pessoas estarem se casando mais tarde e tendo menos filhos, o que faz com que imóveis menores tenham uma demanda bastante elevada”, diz Frankel.
Já aqueles que pretendem comprar um imóvel para morar se baseiam mais nas necessidade da família, de acordo com a quantidade de filhos e a localização do bem. “Mas, mesmo que a pessoa compre para morar, também acaba pensando um pouco em investimento”, afirma Frankel. “Ninguém quer fazer um mau negócio ou perder dinheiro”, completa.(Infomoney)

FONTE  http://gestor-imobiliario.blogspot.com/2011/10/criterios-para-compra-de-imoveis-para.html

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Compra de imóveis com recursos da poupança está garantida por mais dez anos


Foi anunciado nesta segunda-feira (24) pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, que os recursos da caderneta de poupança para o mercado imobiliário estão garantidos para os próximos dez anos.
De acordo com a Agência Brasil, o presidente afirmou, durante audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo, que o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) consegue deslocar para o mercado imobiliário cerca de R$ 30 bilhões por ano e, por isso, não haverá escassez de recursos para o financiamento nos próximos anos.
“A Caixa está equacionada até 2013, não tem problema de recursos. Nesse período está havendo uma discussão com relação aos recursos da poupança, porque no FGTS, que financia o Programa Minha Casa, Minha Vida, tem R$ 125 bilhões para os próximos quatro anos. Então tem recursos para o Minha Casa, Minha Vida na faixa até dez salários mínimos, com mais de 2 milhões de casas para serem contratadas”, explicou.

Crédito imobiliário
O presidente explica que o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) terá de passar por uma transição, que deve ocorrer até os juros ficarem mais baixos no País. Com isso, o sistema poderá securitizar os créditos existentes, gerando mais recursos para os investimentos. “Quando os recursos estiverem em 7%, não se precisará mais dizer de onde vem, porque será possível aplicar recursos das tesourarias dos bancos como é em todo o mundo”, completa.
De acordo com o presidente da Caixa, o círculo virtuoso do crédito imobiliário no Brasil ainda tem muito a caminhar. “Temos um pouco mais de 4% do PIB (Produto Interno Bruto) para o crédito imobiliário e, se imaginarmos que o Chile tem 12% e o México no mesmo patamar, aqui no Brasil ainda temos um caminho longo a percorrer. A discussão é se vamos ter um crescimento de 50% ou 60% ou um pouco menor”, afirma.
Para Hereda, o crescimento do crédito imobiliário no Brasil será um pouco menor, porém, sustentado. Segundo ele, até o momento, o financiamento imobiliário da Caixa passa de R$ 60 bilhões e a expectativa é de fechar o ano em R$ 90 bilhões. “Nesses três últimos meses do ano a contratação acelera. Está entrando agora a contratação para a faixa de zero a três salários mínimos para o Minha Casa, Minha Vida e queremos passar dos R$ 76 bilhões do ano passado”, finaliza.(Infomoney)

FONTE :  http://gestor-imobiliario.blogspot.com/2011/10/compra-de-imoveis-com-recursos-da.html
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pesquisa do Mercado Imobiliário


A expectativa para vendas de imóveis na grande Porto Alegre este mês deve superar os meses anteriores que foram de baixo volume.
A estimativa se da através da procura por imóveis em Porto Alegre.
A taxa de velocidade de vendas (relação das vendas sobre as ofertas) de imóveis novos em Porto Alegre foi de 7,68% em agosto de 2011, resultado inferior ao registrado no mês imediatamente anterior (julho/2011), quando a taxa atingiu a 8,19%, conforme resultados da Pesquisa do Mercado Imobiliário de Porto Alegre realizada mensalmente pelo Departamento de Economia e Estatística – DEE do SINDUSCON-RS. Em relação a agosto de 2010, houve forte queda, uma vez que naquele mês a taxa foi de 11,81%.
Já a taxa média 12 meses de velocidade de vendas em agosto de 2011 atingiu a 9,80%, resultado inferior ao observado nos 12 meses fechados em agosto de 2010, quando foi de 14,53%. Segundo análise do Sinduscon-RS, com relação ao comportamento evolutivo recente da taxa, observa-se que ela experimentou um ponto de reversão de tendência em dezembro de 2010 quando atingiu a 13,16%, mantendo-se desde então em trajetória descendente, atingindo a 12,79% em janeiro de 2011; 12,25%, em fevereiro; 11,98% em março; 11,62% em abril; 10,89% em maio; 10,43% em junho; 10,15% em julho e 9,80% em agosto último. Desde outubro de 2009, quando esta taxa atingiu a 9,65%, mantinha-se em dois dígitos.

Para maiores informações, acesso o site da SINDUSCON - RS e fique atualizado sobre as notícias do mercadoimobiliário: http://www.sinduscon-rs.com.br/site/principal/conteudo_nivel_3.php?codConteudo=509

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Minha Casa Minha Vida

Moradia para as Famílias
Renda para os trabalhadores
Desenvolvimento para o Brasil
O governo federal prorrogou o prazo para aquisição de casa pelo programa “Minha Casa Minha Vida” que agora vai até 2014. Com o valor que você paga o aluguel, dá para pagar a prestação da residência, com a grande vantagem de que o imóvel é seu e ninguém mais vai pedir para entregar o imóvel porque o contrato do aluguel venceu.
Quem compra a casa pelo Minha Casa Minha Vidapode se beneficiar de descontos e financiamento facilitado, com o próprio bem comprado sendo a garantia.
Faça a simulação do financiamento no site da Caixa Econômica Federal: Caixa.gov.br.
Novos planos para comprar sua casa própria pelo Minha Casa Minha Vida do governo federal com valores subsidiados(subsídios de até R$17.000,00). Simule seu financiamento e veja que o valor da prestação vai ser menor que um aluguel.


Para saber mais, acesse :  http://www.caixa.gov.br
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