terça-feira, 8 de novembro de 2011

O que é preciso para financiar um imóvel


1. Quais são os passos necessários para fazer um financiamento de imóvel?
As primeiras coisas a serem feitas são: encontrar um banco, verificar as taxas cobradas em cada um (procedimento que pode ser realizado nos sites dos próprios bancos) e simular um financiamento. O próximo passo é ir ao banco munido dos documentos necessários para obter o crédito pré-aprovado. Após a visita ao banco, já é possível saber o quanto será concedido de crédito. Encontrado o imóvel, você deve voltar ao banco com os documentos para dar entrada no pedido de financiamento.
 
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2. Quais são as exigências para eu conseguir crédito em um banco?
Há uma série de detalhes que variam de banco para banco, mas a regra mais importante costuma ser a seguinte: o valor da prestação não pode ser maior que 30% da sua renda mensal líquida.
 
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3. Preciso estar em um emprego formal para conseguir crédito?
Não. Existem outras formas de comprovar renda. Quem não tem registro em carteira precisa apresentar os seis últimos extratos bancários. Já quem é registrado precisa entregar o holerite dizendo qual é sua renda mensal. É preciso estar registrado há pelo menos três meses.
 
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4. Quais documentos é preciso apresentar para conseguir o financiamento?
Extrato bancário, CPF, Imposto de Renda e Carteira de Identidade (e, no caso de um usado, CPF dos proprietários do imóvel, cópia do espelho do IPTU, declaração de quitação do condomínio e registro do imóvel).
 
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5. Qual é a diferença entre financiar um imóvel novo e um usado?
A maioria dos bancos financia entre 60% e 80% do valor dos imóveis usados. Já com imóveis novos, o financiamento pode chegar aos 100%.
 
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6. Só a Caixa Econômica Federal financia imóvel?
Não. “As pessoas tem o hábito de pensar que tem que ser com a Caixa, mas isso não é verdade”, disse Rogério Quintanilha, diretor da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), em entrevista a VEJA.com.
 
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7. É preciso ser correntista do banco para pedir o financiamento?
Não, mas alguns bancos dão descontos e planos especiais para os correntistas.
 
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8. Quanto tempo demora para sair o meu crédito?
De acordo com Rogério Quintanilha, da Abadi, em alguns bancos o crédito sai em até quinze dias. “Demora mais para encontrar o imóvel e levantar a documentação para entregar ao banco do que conseguir o financiamento”, explica ele.
 
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9. Em quantas vezes posso financiar um imóvel?
Alguns bancos fazem financiamentos de até 360 meses, ou seja, 30 anos. O prazo de financiamento, porém, depende da renda de cada pessoa.
 
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10. O que acontece se eu não pagar as prestações?
De acordo com o diretor da Abadi, o banco faz diversas negociações para a pessoa pagar o financiamento. Uma vez que a dívida não é paga, o banco pode mandar seu nome para cadastros de devedores, como a Serasa. Caso não haja uma saída negociada, o imóvel vai para leilão.


fonte : http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/financiamento-imoveis/banco-credito-renda-comprovacao-prestacoes.shtml

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

PROMOÇÕES IMPERDÍVEIS DE FINAL DE ANO



















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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Compra de Imoveis é facilitada pela internet

Web é o melhor caminho para pesquisa e negociação de preço, mas efetive o negócio pessoalmente


Comprar a casa própria é o sonho de todos os brasileiros que ainda não conquistaram esse bem. Com o crescimento do mercado imobiliário, começaram a surgir novas alternativas para a pesquisa e compra do imóvel e a internet se consolidou como ferramenta fundamental nesse processo.

Tanta facilidade, pra ser bem aproveitada, precisa de cuidados. A atenção com a documentação, com as condições do imóvel e com a idoneidade do vendedor e do proprietário deve ser a mesma de quando se pesquisa o bem fisicamente.Entre as alternativas disponíveis, existem os sites especializados, os hot sites dos empreendimentos e das imobiliárias e incorporadoras, vídeos na internet e até sites de compra coletiva de imóveis com desconto, que pode reduzir o preço final em até 30%.
De acordo com o especialista em direito do consumidor e imobiliário e sócio do escritório Barros Ribeiro Advogados, Rodrigo Ribeiro, a compra de imóveis pela internet exige os mesmos cuidados que o consumidor tem nas compras físicas. "A documentação do imóvel é o mais importante, e eles não podem ser todos obtidos pela internet", explica.
Segundo Ribeiro, o consumidor deve exigir todas as certidões para saber a situação do imóvel, e o corretor tem a obrigação de mostrá-las, mesmo que por e-mail, porém, "para simples conferência, as certidões podem ser vistas por e-mail, mas na hora de fazer a escritura as originais terão de ser apresentadas", completa.
De acordo com Ribeiro, a internet é um bom caminho para pesquisa e negociação de preço, mas a efetivação do negócio deve ser presencial. O advogado também aconselha que o consumidor faça uma visita ao imóvel, que não se contente apenas com o que viu na internet, pois "as fotos e filmagens podem ocultar detalhes, como problemas na parte hidráulica do imóvel", completa.


Além disso, o especialista afirma que sem visita ao imóvel, será difícil recorrer judicialmente, caso o consumidor tenha algum problema. "Um problema em uma compra presencial pode levar até 10 anos para ser resolvido, já ações de imóveis comprados pela internet podem durar mais, pois não existem jurisprudências para esse assunto", explica.(Imovelweb/Exame)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

BELÍSSIMOS SÍTIOS EM VIAMÃO

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Critérios para compra de imóveis para morar ou investir são diferentes, dizem especialistas


As paredes bem cuidadas, a parte hidráulica e elétrica em ótimo estado de conservação e uma excelente aparência. Estes podem ser considerados alguns critérios básicos para a decisão de compra de um imóvel, certo? Nem sempre.
Isso porque quem adquire um imóvel com objetivo de investimento costuma analisar a compra do bem de forma diferente. “Os critérios de análise mudam quando se quer morar ou investir”, afirma o diretor-presidente da Vitacom Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel. “Para quem compra pensando em morar, o imóvel é uma necessidade, enquanto, para quem quer investir, ele é apenas um ativo financeiro que pode proporcionar rentabilidade”, diz o executivo.
O vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) e autor do Livro “Imóveis, Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio”, Luiz Calado, afirma que quem compra o imóvel para investir precisa olhar para fatores como o estado de conservação e a possibilidade de vender o bem por um preço melhor do que aquele que foi pago. “Quanto mais benfeitorias você vier a fazer no imóvel (reformas e melhorias), maior o ganho de capital,”, afirma Calado.
Por isso, ele ressalta que quem compra o bem com o intuito de obter rentabilidade deve preferir imóveis em pior estado de conservação, que precisem de reparos e de reformas.
“Entre uma casa linda, muito bem conservada e outra igualzinha, mas em péssimo estado de conservação, precisando de manutenção, aquela que precisa de manutenção vai ter um preço muito mais atraente”, afirma. “Se você está comprando para fazer dinheiro e registrar ganho de capital, esta que é a oportunidade, e não a casa que já está com o valor de mercado praticamente alinhado”, continua o especialista.
Segundo ele, quem compra um imóvel com o objetivo de investir também deve aceitar um pouco mais de risco. Isso quer dizer que o investidor pode adquirir imóveis em regiões mais afastadas, que tenham boas possibilidades de se desenvolverem e se tornarem locais bastante procurados. “A pessoa tem que olhar para onde a cidade está avançando e comprar com base nisso”, afirma Calado.
Já aqueles que compram com objetivo de morar costumam se atentar para outros detalhes. “A compra é muito emocional. Quando você entra em um imóvel mal cuidado, com rachaduras, onde nada funciona, acaba se desanimando e perdendo a vontade de comprar”, diz Calado.
Tamanho e localização
A escolha do tamanho e da localização do imóvel também varia, se o objetivo for investir ou morar. De acordo com Frankel, quem pretende investir deve optar por imóveis menores e próximos a regiões com grande fluxo de pessoas.
“Os ativos preferidos de quem investe são os residenciais compactos. Isto porque, frente ao preço, a renda obtida com o aluguel é mais interessante e esse tipo de imóvel também possui mais liquidez”, afirma.
Segundo ele, esses imóveis estão sendo muito procurados atualmente, por conta da falta de opções na rede hoteleira e também devido a uma mudança cultural dos brasileiros. “Existe o problema de falta de leitos nos hoteis e tem também o fato das pessoas estarem se casando mais tarde e tendo menos filhos, o que faz com que imóveis menores tenham uma demanda bastante elevada”, diz Frankel.
Já aqueles que pretendem comprar um imóvel para morar se baseiam mais nas necessidade da família, de acordo com a quantidade de filhos e a localização do bem. “Mas, mesmo que a pessoa compre para morar, também acaba pensando um pouco em investimento”, afirma Frankel. “Ninguém quer fazer um mau negócio ou perder dinheiro”, completa.(Infomoney)

FONTE  http://gestor-imobiliario.blogspot.com/2011/10/criterios-para-compra-de-imoveis-para.html

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Compra de imóveis com recursos da poupança está garantida por mais dez anos


Foi anunciado nesta segunda-feira (24) pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, que os recursos da caderneta de poupança para o mercado imobiliário estão garantidos para os próximos dez anos.
De acordo com a Agência Brasil, o presidente afirmou, durante audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo, que o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) consegue deslocar para o mercado imobiliário cerca de R$ 30 bilhões por ano e, por isso, não haverá escassez de recursos para o financiamento nos próximos anos.
“A Caixa está equacionada até 2013, não tem problema de recursos. Nesse período está havendo uma discussão com relação aos recursos da poupança, porque no FGTS, que financia o Programa Minha Casa, Minha Vida, tem R$ 125 bilhões para os próximos quatro anos. Então tem recursos para o Minha Casa, Minha Vida na faixa até dez salários mínimos, com mais de 2 milhões de casas para serem contratadas”, explicou.

Crédito imobiliário
O presidente explica que o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) terá de passar por uma transição, que deve ocorrer até os juros ficarem mais baixos no País. Com isso, o sistema poderá securitizar os créditos existentes, gerando mais recursos para os investimentos. “Quando os recursos estiverem em 7%, não se precisará mais dizer de onde vem, porque será possível aplicar recursos das tesourarias dos bancos como é em todo o mundo”, completa.
De acordo com o presidente da Caixa, o círculo virtuoso do crédito imobiliário no Brasil ainda tem muito a caminhar. “Temos um pouco mais de 4% do PIB (Produto Interno Bruto) para o crédito imobiliário e, se imaginarmos que o Chile tem 12% e o México no mesmo patamar, aqui no Brasil ainda temos um caminho longo a percorrer. A discussão é se vamos ter um crescimento de 50% ou 60% ou um pouco menor”, afirma.
Para Hereda, o crescimento do crédito imobiliário no Brasil será um pouco menor, porém, sustentado. Segundo ele, até o momento, o financiamento imobiliário da Caixa passa de R$ 60 bilhões e a expectativa é de fechar o ano em R$ 90 bilhões. “Nesses três últimos meses do ano a contratação acelera. Está entrando agora a contratação para a faixa de zero a três salários mínimos para o Minha Casa, Minha Vida e queremos passar dos R$ 76 bilhões do ano passado”, finaliza.(Infomoney)

FONTE :  http://gestor-imobiliario.blogspot.com/2011/10/compra-de-imoveis-com-recursos-da.html
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