Desde o último dia 9 de março, medida provisória assinada pela presidenta Dilma Rousseff, beneficia a mulher no caso de divórcio ou dissolução da união civil no Programa Minha Casa, Minha Vida. As novas regras valem para quem tem renda de até três salários mínimos (R$ 1,86 mil) e tem financiamento com subsidio do governo federal. A exceção da regra é para o caso em que o casal tiver filhos e a guarda for exclusiva do pai. No caso de a guarda ser compartilhada, o imóvel fica com a mulher. Fonte: Redação |
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Programa Minha Casa, Minha Vida é alterado para beneficiar as mulheres
sexta-feira, 30 de março de 2012
Dilma diz que o Minha Casa vai ser ampliado
A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem que pretende adotar novas medidas nas áreas tributária e fiscal para criar maior capacidade para o investimento do setor privado. Elas serão anunciadas logo que retornar ao País, segundo informou.
Entre as medidas, está o aumento de 2 milhões para 2,4 milhões do número de habitações a serem construídas pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
O objetivo das medidas é elevar a taxa de investimento dos atuais 19% do Produto Interno Bruto (PIB) para 24% ou 25%. Dilma afirmou que o governo 'tem de fazer um esforço' nesse sentido. 'Os olhos do mundo estão sobre nós. Não apenas por nossa importância econômica, mas porque somos, sem dúvida, a melhor esperança de uma ordem mais justa, mais sustentável e mais multilateral.' Além da ampliação do Minha Casa Minha Vida, a presidente citou outras frentes de investimento que considera importantes, como os projetos em mobilidade urbana, hidrovias e a Ferronorte.
Infraestrutura. O esforço não fica restrito à esfera federal, segundo mostrou. Dilma ressaltou que liberou quase R$ 40 bilhões para os Estados investirem em infraestrutura. O valor se refere a autorizações para que os governos estaduais contratem novas operações de crédito com organismos internacionais e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Mas ela salientou que a iniciativa privada também tem de ampliar os investimentos. 'Sem sombra de dúvida, o esforço que nós fazemos tem de ser complementado pelo investimento privado. Sem isso você não cria uma taxa de investimento de 24% como desejamos', disse.
Dilma avisou ainda que o governo vai ter de elevar os gastos nas áreas de saúde e educação. Um tema que a tem preocupado é o déficit de médicos no Brasil. 'Temos de ampliar o número de médicos. Temos 1,8 médicos para cada mil habitantes, Esta é uma das mais baixas taxas no mundo', reconheceu.
'Acredito que nós vamos ter de fazer alguns gastos no que se refere a consumo do governo, principalmente no que se trata da saúde e da educação. No caso da saúde, você tem de ampliar o número de médicos atendendo no Brasil', disse.
Segundo a presidente, é preciso manter as despesas nos serviços básicos, mas trabalhar para aumentar a taxa de investimento: 'Nem sempre é possível cortar gastos do governo.'
Ela reconheceu, ao mesmo tempo, que é necessário reduzir o peso da tributação sobre pessoas e empresas no País. 'Tenho consciência de que o Brasil precisa reduzir a carga tributária. Farei o que for possível para reduzi-la.' A presidente disse que também reclama muito do sistema tributário, assim como os empresários. Mas avalia que a reforma tributária global é algo muito complexo, que prefere deixar para o futuro.
Discurso. Ao discursar na 4ª reunião dos Brics, Dilma criticou as barreiras 'injustas' impostas pelos países ricos aos emergentes. 'A consequente depreciação do dólar e do euro traz enormes vantagens comerciais para os países desenvolvidos e coloca barreiras injustas à competitividade dos produtos oriundos dos demais países, em especial o Brasil', disse Dilma.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Mercado Imobiliario 2012 - Crescimento no ritmo do PIB diz SECOVI
O crescimento do mercado imobiliário deve, a partir deste ano, ser bem próximo à expansão da economia. Para o presidente do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Cláudio Bernardes, em 2012 o volume de vendas será entre 3,5% e 4% maior que o registrado em 2011. "E essa é uma tendência. Cada vez mais a variação do mercado ficará próxima do desempenho do PIB (Produto Interno Bruto)", disse Bernardes, que participou ontem da cerimônia de entrega do prêmio Top Imobiliário, ontem, em São Paulo.
Se depender do financiamento da Caixa, a demanda por novos imóveis não vai esfriar, já que a oferta de crédito vai crescer neste ano. Segundo Paulo José Galli, superintendente regional da Caixa, o banco trabalha para tentar superar a estimativa de volume de crédito contratado para este ano - inicialmente projetada em R$ 90 bilhões, crescimento de 12% em relação a 2011.
Bernardes, do Secovi, salientou, no entanto, que o forte ritmo de crescimento nas vendas imobiliárias registrado nos últimos cinco anos não é sustentável. "É óbvio que uma acomodação ocorrerá", frisou. Marcos Vinicius Vaz Bonini, diretor de expansão, marketing e relacionamento da Comgás, concorda com o presidente do Secovi-SP. O executivo disse que, em 2011, dos 110 mil novos clientes da Comgás, metade veio de novos imóveis.
A escassez de terreno na capital paulista e a falta de mão de obra qualificada, por sua vez, são preocupações das construtoras. Ernesto Zarzur, presidente da EZTec e vencedor do Top Imobiliário na categoria Personalidade do Ano, disse que qualificar os funcionário é rotina em sua empresa. "Não encontramos ninguém pronto para começar", disse. "Temos na EZTec uma verdadeira escola que alfabetiza e treina, na própria obra, o funcionário para as funções que temos necessidade", acrescentou.A procura por terrenos na Grande São Paulo é outra atividade que tornou-se rotineira na EZTec. "Aqui na capital tem sido cada vez mais difícil", admitiu Zarzur.
O Top Imobiliário está em sua 19.ª edição, e é uma realização do jornal "O Estado de S. Paulo", com o apoio da Caixa e da Comgás e parceria do Secovi-SP e da Embraesp. "Prestigiamos este setor com o prêmio justamente pela grandeza que ele tem e sua importância na economia nacional", disse o diretor-presidente do Grupo Estado, Silvio Genesini. (estadao)
Se depender do financiamento da Caixa, a demanda por novos imóveis não vai esfriar, já que a oferta de crédito vai crescer neste ano. Segundo Paulo José Galli, superintendente regional da Caixa, o banco trabalha para tentar superar a estimativa de volume de crédito contratado para este ano - inicialmente projetada em R$ 90 bilhões, crescimento de 12% em relação a 2011.
Bernardes, do Secovi, salientou, no entanto, que o forte ritmo de crescimento nas vendas imobiliárias registrado nos últimos cinco anos não é sustentável. "É óbvio que uma acomodação ocorrerá", frisou. Marcos Vinicius Vaz Bonini, diretor de expansão, marketing e relacionamento da Comgás, concorda com o presidente do Secovi-SP. O executivo disse que, em 2011, dos 110 mil novos clientes da Comgás, metade veio de novos imóveis.
A escassez de terreno na capital paulista e a falta de mão de obra qualificada, por sua vez, são preocupações das construtoras. Ernesto Zarzur, presidente da EZTec e vencedor do Top Imobiliário na categoria Personalidade do Ano, disse que qualificar os funcionário é rotina em sua empresa. "Não encontramos ninguém pronto para começar", disse. "Temos na EZTec uma verdadeira escola que alfabetiza e treina, na própria obra, o funcionário para as funções que temos necessidade", acrescentou.A procura por terrenos na Grande São Paulo é outra atividade que tornou-se rotineira na EZTec. "Aqui na capital tem sido cada vez mais difícil", admitiu Zarzur.
O Top Imobiliário está em sua 19.ª edição, e é uma realização do jornal "O Estado de S. Paulo", com o apoio da Caixa e da Comgás e parceria do Secovi-SP e da Embraesp. "Prestigiamos este setor com o prêmio justamente pela grandeza que ele tem e sua importância na economia nacional", disse o diretor-presidente do Grupo Estado, Silvio Genesini. (estadao)
terça-feira, 27 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Organize as contas e realize o sonho da casa própria
Se você quer um imóvel pra chamar de seu, mas as contas não fecham, talvez falte apenas educação financeira.
Imóvel é o bem mais caro que a maioria das pessoas adquire em toda vida. Não é pra menos que o sonho da casa própria de muita gente acaba esbarrando justamente na questão financeira. Se você é um dos brasileiros que não vê a hora de ter um imóvel pra chamar de seu, mas não consegue fazer a conta fechar com essa dívida, há boas notícias: talvez o que falte para você seja, simplesmente, educação financeira.
“É muito comum clientes que nunca conseguiram realizar uma poupança alcançarem o sonho de adquirir o primeiro imóvel, por meio da educação financeira. Esse sistema possibilita que a pessoa conheça o potencial do salário ou renda”, diz Leandro Palmeira, diretor da Give Imóveis.
O primeiro passo para organizar as contas é saber exatamente quanto entra e quanto sai todo mês, em outras palavras: controlar gastos e rendimentos, inclusive aqueles informais. “Muitos clientes não regularizam pequenas dívidas ou restrições por falta de informação. Além disso, é muito comum deixarem de pagar em dia suas contas por falta de controle e não por falta de recursos. Estes pequenos atrasos prejudicam o cliente em uma análise de crédito”, explica Leandro.
Depois desse levantamento, é possível analisar o potencial de compra e limite de crédito: descontando todos os gastos fixos e reservas para despesas emergenciais, quanto sobra no final do mês? Há dívidas que podem ser quitadas em curto prazo para dar mais folga no orçamento?
Chega a hora, então, de analisar as possibilidades, dentro do seu limite de crédito, e planejar os passos rumo à casa própria. Se você paga aluguel e a folga financeira ao final do mês é pequena, por exemplo, talvez a melhor opção para você seja financiar um imóvel usado ou pronto para morar, pagando o maior valor de entrada possível. Nesse caso, avalie a possibilidade de utilizar o FGTS, ou então proteje quanto tempo você levará para poupar o valor que precisa para dar como entrada, considerando que não se deve comprometer mais do que 30% da renda com as prestações do imóvel.
Planejamento feito, é preciso ter disciplina para manter os gastos sob controle e poupar o que for necessário.
terça-feira, 20 de março de 2012
Os cinco passos para ter uma casa sustentável
Além de promover economia, casas com soluções sustentáveis são mais agradáveis para morar.
Habitada ou em fase de construção, uma casa pode receber soluções que levam à sustentabilidade. Além de garantir o bem-estar dos usuários, a “casa ecológica” promove economia e beneficia o meio ambiente. Em cinco passos, as sugestões para alcançar este objetivo.
Eficiência energéticaUtilize o máximo possível da ventilação e luz natural. Opte por janelas amplas e utilize persianas para controlar a luminosidade. Procure utilizar fontes de energia alternativa, como os painéis solares que captam o calor para aquecimento da água.
Instale sensores de iluminação e escolha lâmpadas de baixo consumo energético. Para um maior aproveitamento, no caso das casas em construção, procure construir de forma que a incidência solar seja aproveitada na maior parte da residência.
Gestão do uso da águaInstale sensores para evitar o desperdício. Crie sistemas de reaproveitamento de águas residuais. Instale cisternas de captação de água da chuva, armazenamento e tratamento e use-a na rega dos jardins, descargas, limpeza, entre outros usos permitidos para água não potável. Tenha válvulas na descarga com dois tipos de pressão.
Gestão dos resíduosSepare os lixos recicláveis e planeje a viabilização da entrega destes materiais para cooperativas, ou órgãos que trabalhem com esta função. Tendo espaço, faça uma composteira caseira com os resíduos orgânicos.
Aumento da qualidade do ambienteCrie ambientes internos e externos de qualidade. Se morar em casa, tenha jardins. Se morar em apartamentos, tenha pequenas hortas. A comercialização de hortas caseiras é comum em várias cidades brasileiras, e mantê-las não é trabalhoso.
Construção corretaSe você vai construir, escolha materiais com certificação ambiental, de manejo sustentável, principalmente quando se trata de madeira, e utilize técnicas ambientalmente corretas.
Tudo o que envolve os tipos de materiais empregados na obra devem levar em conta a necessidade, o desperdício, a energia gasta no processo até ser implantado na construção e, finalmente o descarte adequado destes materiais e o possível reaproveitamento. É importante dar condições dignas de trabalho para os operários.
Fonte: Ciclo Vivo
sexta-feira, 16 de março de 2012
O que o casal deve considerar na escolha do primeiro imóvel
Noivos precisam analisar se alugar ou comprar é a melhor alternativa e tomar algumas precauções.
‘Quem casa quer casa’ já dizia o ditado que reflete a realidade de quem está a caminho do altar. Além de ficarem atentos com os preparativos da cerimônia e da festa de casamento, os noivos também precisam procurar um lar. “Alguns casais deixam para ver onde vão morar muito em cima do casamento e acabam encontrando dificuldade já que nem sempre é fácil conciliar as condições financeiras com o que se procura”, afirma a Bárbara Silva Freitas, diretora financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.
Para poder escolher com calma e decidir qual a melhor opção, o casal deve analisar se é possível adquirir um imóvel próprio ou se o aluguel é a alternativa mais viável. “Para a grande maioria das pessoas a compra da casa própria é o maior investimento feito durante toda a vida. Por isso uma escolha errada pode causar grandes transtornos. Nesta hora a reflexão é o melhor caminho para evitar frustrações”, diz Bárbara.
É necessário ter em mente quais são os objetivos futuros, o estilo de vida que se quer levar e os compromissos assumidos pelos noivos. “Se um dos dois possui um emprego que exige mudança para outros estados ou viagens periódicas ou se o casal ainda não sabe ao certo qual estilo de vida vai levar em um futuro próximo é bom esperar a situação se definir para então comprar uma casa. O aluguel é ideal para quem ainda não sabe ao certo o que vai fazer”, considera Bárbara.
Independente da opção escolhida - comprar ou alugar - a diretora observa que a localização do imóvel, a infraestrutura do bairro e os serviços disponíveis próximo ao imóvel são alguns dos pontos que devem ser analisados. “Além de itens necessários, há outros que são indesejáveis, como fábricas que produzem muito barulho ou poluição, rios muito próximos, cemitérios e até mesmo casas noturnas. Estes fatores desvalorizam o imóvel e causam desconforto”, alerta.
Uma boa dica é conhecer a vizinhança e conversar com os vizinhos sobre o bairro e o imóvel. Eles podem dar um retrato fiel de como é a rotina da região e ainda dar outras informações importantes sobre a segurança, a coleta de lixo e o trânsito. “Tudo deve ser avaliado e colocado na balança, assim o risco de haver insatisfação depois de fechar o negócio é bem menor”, destaca.
Quanto aos imóveis na planta, Bárbara recomenda buscar detalhes sobre a construtora e o empreendimento. É possível confirmar na prefeitura se a planta do imóvel está aprovada e também verificar se o registro da incorporação do empreendimento está no registro de imóveis. “Guardar os folhetos de publicidade e prestar atenção a todos os dados passados pelo vendedor é fundamental. Se houver necessidade os documentos podem servir como prova contra irregularidades, como alterações no projeto original sem autorização dos compradores, qualidade do material utilizado inferior a prometida e atraso na entrega”, acrescenta.
Ela lembra que o imóvel tem que satisfazer as necessidades da família e seguir todas as orientações garante que o casamento terá um bom começo e um futuro promissor. “O início do matrimônio é uma das fases mais gostosas e deve ser aproveitado da melhor forma possível. Por isso não deixe que a escolha do lar acabe se tornando um pesadelo”, aconselha.
FONTE : http://msn.imovelweb.com.br/
‘Quem casa quer casa’ já dizia o ditado que reflete a realidade de quem está a caminho do altar. Além de ficarem atentos com os preparativos da cerimônia e da festa de casamento, os noivos também precisam procurar um lar. “Alguns casais deixam para ver onde vão morar muito em cima do casamento e acabam encontrando dificuldade já que nem sempre é fácil conciliar as condições financeiras com o que se procura”, afirma a Bárbara Silva Freitas, diretora financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.
Para poder escolher com calma e decidir qual a melhor opção, o casal deve analisar se é possível adquirir um imóvel próprio ou se o aluguel é a alternativa mais viável. “Para a grande maioria das pessoas a compra da casa própria é o maior investimento feito durante toda a vida. Por isso uma escolha errada pode causar grandes transtornos. Nesta hora a reflexão é o melhor caminho para evitar frustrações”, diz Bárbara.
É necessário ter em mente quais são os objetivos futuros, o estilo de vida que se quer levar e os compromissos assumidos pelos noivos. “Se um dos dois possui um emprego que exige mudança para outros estados ou viagens periódicas ou se o casal ainda não sabe ao certo qual estilo de vida vai levar em um futuro próximo é bom esperar a situação se definir para então comprar uma casa. O aluguel é ideal para quem ainda não sabe ao certo o que vai fazer”, considera Bárbara.
Independente da opção escolhida - comprar ou alugar - a diretora observa que a localização do imóvel, a infraestrutura do bairro e os serviços disponíveis próximo ao imóvel são alguns dos pontos que devem ser analisados. “Além de itens necessários, há outros que são indesejáveis, como fábricas que produzem muito barulho ou poluição, rios muito próximos, cemitérios e até mesmo casas noturnas. Estes fatores desvalorizam o imóvel e causam desconforto”, alerta.
Uma boa dica é conhecer a vizinhança e conversar com os vizinhos sobre o bairro e o imóvel. Eles podem dar um retrato fiel de como é a rotina da região e ainda dar outras informações importantes sobre a segurança, a coleta de lixo e o trânsito. “Tudo deve ser avaliado e colocado na balança, assim o risco de haver insatisfação depois de fechar o negócio é bem menor”, destaca.
Quanto aos imóveis na planta, Bárbara recomenda buscar detalhes sobre a construtora e o empreendimento. É possível confirmar na prefeitura se a planta do imóvel está aprovada e também verificar se o registro da incorporação do empreendimento está no registro de imóveis. “Guardar os folhetos de publicidade e prestar atenção a todos os dados passados pelo vendedor é fundamental. Se houver necessidade os documentos podem servir como prova contra irregularidades, como alterações no projeto original sem autorização dos compradores, qualidade do material utilizado inferior a prometida e atraso na entrega”, acrescenta.
Ela lembra que o imóvel tem que satisfazer as necessidades da família e seguir todas as orientações garante que o casamento terá um bom começo e um futuro promissor. “O início do matrimônio é uma das fases mais gostosas e deve ser aproveitado da melhor forma possível. Por isso não deixe que a escolha do lar acabe se tornando um pesadelo”, aconselha.
FONTE : http://msn.imovelweb.com.br/
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